quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

10 falsos motivos para não celebrar o Natal

Resultado de imagem para árvore de natalCom a aproximação do mês dezembro, alguns cristãos inimigos do Natal — que ironia! — começam espalhar nas redes sociais textos e vídeos pelos quais satanizam o Natal, como se este trouxesse muitos males à cristandade. Neste artigo refutarei pacientemente, item por item, o texto preferido dos evangélicos que se opõem ao Natal: “10 motivos para não celebrar o Natal”.

1. “A Bíblia não manda celebrar o nascimento de Cristo”.
Refutação: de fato, na Bíblia não está escrito: “Celebrai com júbilo o Natal de Cristo, todos os moradores da terra”. Mas nem tudo, nas Escrituras, é tratado por meio de mandamentos. A Bíblia é, também, um Livro de princípios, doutrinas, tipos, símbolos, parábolas, metáforas, profecias, provérbios, exemplos, etc. E um grande exemplo foi dado pelos anjos de Deus, que celebraram o Natal de Cristo, dizendo: “Glória a Deus nas alturas, paz na terra, boa vontade para com os homens!” (Lc 2.14). Se há cristãos fanáticos, a ponto de se apegarem à questiúncula de que não existe um mandamento específico para se celebrar o Natal, que parem também de comemorar o Dia do Pastor, o Dia da Bíblia, o Dia da Escola Dominical, o Dia de Missões, a Festa das Nações, o Ano de Gideão, o Ano de Davi, o Ano da Colheita, o Feriado da Visão, o Ano Apostólico, a Semana Profética, etc. Ah, e também parem de receber presentes de aniversário, pois não há nenhum mandamento bíblico para celebrarmos o nosso aniversário! Continue lendo

domingo, 15 de abril de 2018

A CAMINHO DA FÉ, Um filme Netflix que ressuscita a heresia universalista!

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Depois de anos pregando em estádios lotados e em programas de TV, o pastor Carlton Pearson construiu um templo de enormes proporções e logo se tornou uma espécie de “megastar” evangélico com uma congregação de 6.000 pessoas ouvindo suas pregações semanalmente, chegando a compartilhar púlpitos com nomes notáveis do mundo cristão como Jerry Falwell e Pat Robertson. [...]

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Suicídio e salvação

Faça uma pesquisa no Google sobre a palavra suicídio; e veja o resultado. É quase uma unanimidade de teólogos que colocam os suicidas no céu. É praticamente uma anistia teológica para tal pecado. Somente o catolicismo se posiciona vendo o ato como um pecado capital. Mas achei também muitos padres dizendo que tal pessoa pode chegar até a salvação via purgatório, ou seja, mesmo os católicos tomistas estão dando anistia parcial ao ato de suicídio. Sinceramente, nunca tinha pensado que tal tema precisasse ser mais bem resolvido ou que teólogos teriam a ‘coragem’ de explicitar tal posicionamento permissivo. Pra mim, a coisa é um tanto volúvel e corrobora com uma consciência eufemizada para o problema do suicídio. Continue lendo.

O Dilema Palestino

No conflito árabe-israelense ocorre o encontro dos maiores contrastes. Onde falta a vontade e a capacidade para a formação de um Estado, é impossível que surja um Estado.
Quem lança um olhar retrospectivo sobre a história do conflito árabe-israelense, após o estudo dos fatos certamente chegará a uma conclusão notável: o povo árabe já poderia ter fundado seu próprio Estado palestino diversas vezes. E isso teria acontecido com o consentimento de Israel e da sociedade internacional. Essas oportunidades de ouro, no entanto, foram desperdiçadas pelo lado palestino. E não apenas isso: elas foram encerradas com as mais amargas batalhas, guerras, intifada e terror contra Israel. Por que isso é assim? Continuar lendo

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Como ter sabedoria para criar filhos à luz da Bíblia e em meio às mudanças do mundo

“Há 17 anos nasceu meu primeiro filho. Não consigo descrever a mistura de emoções que vivi. Depois, experimentei o mesmo com minhas outras duas crianças. Desde a confirmação da gravidez da minha esposa até o nascimento deles, foram momentos diários de extrema alegria, e isso vai se estendendo à medida que vão crescendo.” É assim que o cantor Fernandinho tenta descrever sua experiência com a paternidade. Como ele, outros homens experimentam o impacto da chegada de um filho, um marco que impõe como essencial o envolvimento em cada etapa do processo para a construção da família.  A escolha de ser pai pode impulsionar a vida. Até o eventual medo causado por essa nova realidade gera também ação. É o que afirma o psicólogo e pastor Julio Maia. “O homem ama a mulher e o patrimônio emocional que cons­trói com ela. O filho faz parte desse patrimônio. O impacto da chegada de um filho para ele pode até provocar temor, mas é um medo ligado à responsabilidade, à luta por correr atrás, de prover e de não deixar faltar.” Continue lendo.

A influência da maçonaria na política do Brasil

Caro leitor, ao passar pelos portais de entrada de vários municípios brasileiros, você já notou como é comum a presença dos símbolos maçônicos? Em alguns Estados do nosso país, mais da metade dos municípios possui os emblemas dessa sociedade, que já foi mais secreta do que é atualmente. Na maioria das vezes, esses símbolos encontram-se intocáveis e imponentes, em lugares de fluxo intenso de veículos, nas praças mais destacadas. Como é possível explicar tamanha “onipresença”? Se a Igreja evangélica brasileira se unisse para homenagear a Bíblia por meio de monumentos nas entradas dos nossos municípios, seria algo fácil? Certamente, não! O caminho para semelhante façanha seria apelar aos poderes políticos desses municípios, a fim de conseguir tal concessão. Esses obeliscos e marcos são apenas um exemplo despretensioso, mas que atesta a influência da maçonaria nos meandros de nossa sociedade. Nem todos os brasileiros sabem, mas a maçonaria exerceu papel importante na história do nosso país (em alguns casos, controverso).
A despeito desse engajamento político, a maçonaria é, definitivamente, uma religião, embora isso seja negado por grande parte dos maçons. Poucos conseguem entender como uma entidade filantrópica tão atuante e socialmente relevante pode ser incompatível com o verdadeiro cristianismo e ser alvo de tantas críticas dos apologistas evangélicos. Por isso, antes de tratarmos da história dos maçons na política brasileira, introduziremos um comentário esclarecedor e bem fundamentado do pesquisador David Bay sobre as duas facetas, aparentemente contraditórias, da maçonaria. Continue lendo.

O mito do bebê sem sexo

No século 19, o povo britânico ficou conhecendo um conto de fadas sobre “bebês d’água” por meio de um conto escrito pelo reverendo Charles Kingsley. Os bebês d’água entraram para o folclore e, por isso, gerações de crianças britânicas imaginavam os bebês d’água e seu conto.
Agora, diretamente do Canadá, vem outra estranha história. Mas, desta vez, não é um conto de fadas. Um pai e uma mãe canadenses provocaram uma polêmica incontrolável por causa de sua determinação de criar seu terceiro filho como um “bebê sem sexo”.
Conforme disse, em sua reportagem, o jornalista Jayme Poisson: “Os vizinhos sabem que Witterick e seu marido, David Stocker, estão criando um bebê sem sexo. Mas eles não fingem entender isso”. Continue lendo.

O cristão e a política

Qual é a melhor maneira de se lidar com a política? Como um cristão deve lidar com a política e as ideologias? Neste vídeo, Jonas Madureira,...