quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Jesus Cristo cria na exatidão da Bíblia hebraica?



image
Para todo crente professo, a autoridade do Senhor Jesus é inquestionável e suprema. Se em quaisquer das perspectivas e dos ensaios registrados no Novo Testamento, o Senhor pudesse ser acusado de erro ou engano, ele não poderia ser nosso divino Salvador; o cristianismo todo seria uma ilusão, um embuste. Segue-se, portanto, que qualquer opinião sobre as Escrituras contrária a Cristo deve ser de imediato e sem maiores considerações rejeitada. Se há alguma coisa de importância no Novo Testamento é seu testemunho da divindade de nosso Senhor e Salvador – desde Mateus, passando por todos os livros, até o Apocalipse.

Todos quantos se intitulam evangélicos concordam de modo cabal nesse ponto. Se esse fato é verdadeiro, segue-se que, seja o que for que Jesus Cristo aceitasse e nisso cresse, no que diz respeito à confiabilidade das Escrituras, deve ser aceito como verdadeiro, algo que está gravado na consciência de cada crente legitimo. Se Cristo cria na total exatidão da Bíblia hebraica, em todos os assuntos científicos ou históricos, devemos reconhecer que sua opinião nessas questões é correta e fidedigna em todos os aspectos. Ademais, tendo em mente a impossibilidade de Deus ser culpado de erro, precisamos reconhecer também que até mesmo questões de história ou de ciência, conquanto em si mesmas não teológicas, assumem importância de doutrina básica. Por que as coisas são assim? Porque Cristo é Deus, e Deus não pode enganar-se. Eis uma proposição teológica absolutamente essencial para a doutrina cristã.

Um exame cuidadoso das referencias que Cristo fez ao Antigo Testamento torna bem evidente, sem sombra de dúvida, que o Senhor aceitou integralmente como fatos reais até mesmo as declarações mais controvertidas da Bíblia hebraica, no que concerne à história e à ciência. Seguem-se alguns exemplos:

1. Ao falar de sua morte e ressurreição, que se aproximavam, Jesus afirmou em Mateus 12.40: “Pois assim como Jonas esteve três dias e três noites no ventre de um grande peixe, assim o Filho do homem ficará três dias e três noites no coração da terra” (NVI). Afora qualquer tendência de proteger uma teoria, é impossível extrair dessa declaração qualquer outra conclusão senão que Jesus considerava a experiência de Jonas um tipo (ou, pelo menos, uma analogia claríssima) que apontava para sua própria experiência, muito próxima, entre a hora de sua morte na cruz e a de sua ressurreição física, ao sair da sepultura na manhã da Páscoa. Se a ressurreição seria historicamente factual e se tornaria o antítipo da provação de Jonas no estômago do grande peixe, segue-se então que o protótipo em si mesmo pode ter sido um fato historicamente real – não obstante o ceticismo moderno a esse respeito. A realidade do fato da narrativa é confirmada também por Mateus 12.41: “Os homens de Nínive se levantarão no juízo com esta geração e a condenarão; pois eles se arrependeram com a pregação de Jonas, e agora está aqui o que é maior do que Jonas” (NVI) – isto é, o próprio Jesus. O Senhor deixa implícito que os habitantes de Nínive na verdade atenderam ao apelo e à denúncia fulgurantes de Jonas, em humildade sincera e temor – exatamente como está registrado em Jonas 3. Jesus declara que aqueles pagãos ignorantes, que jamais tiveram conhecimento da Palavra de Deus, teriam menos culpa diante de Deus do que os judeus daquela geração, que estavam rejeitando a Cristo. Esse julgamento pressupõe com toda a clareza que os ninivitas fizeram com exatidão o que Jesus registra a respeito desse povo. Isso significa que Jesus não considerou o livro de Jonas mera ficção ou alegoria, como sugerem alguns pretensos evangélicos. Crer que Jonas é mera ficção é o mesmo que rejeitar a inerrância de Cristo e, portanto, sua divindade.

2. Outro registro histórico das Escrituras tido como histórica e cientificamente impossível é o da arca de Noé e do Dilúvio, que encontramos em Gênesis 6 – 8. Entretanto, Jesus em seu sermão no jardim das Oliveiras, afirmou claramente que “assim como nos dias anteriores ao dilúvio comiam e bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e não o perceberam, senão quando veio o dilúvio e os levou a todos, assim será também a vinda [parúsia] do Filho do homem” (Mt 24.38,39). De novo Jesus estava predizendo que um acontecimento ocorreria no futuro, como antítipo de um fato passado, registrado no Antigo Testamento. Portanto, o Senhor deve ter considerado o Dilúvio história verídica, exatamente como está registrada em Gênesis.

3. O registro de Êxodo sobre a alimentação de mais de dois milhões de israelitas pelo milagre do maná, por 40 anos no deserto do Sinai, é rejeitado por alguns estudiosos que a si mesmos se intitulam evangélicos, chamando-o lenda. Mas o próprio Jesus o aceitou como fato histórico real ao dizer: “Vossos pais comeram o maná no deserto e morreram” (Jo 6.49). A seguir, no versículo seguinte, o Senhor se apresenta como o antítipo, isto é, como o verdadeiro Pão vivo enviado do céu pelo Pai.

4. Podemos afirmar com tranqüilidade e segurança que jamais o Senhor Jesus, ou qualquer de seus apóstolos, fez a menor insinuação de que houvesse alguma inexatidão de ordem cientifica ou histórica em alguma declaração do Antigo Testamento. Ao ceticismo cientifico ou racionalista dos saduceus, Jesus citouipsis litteris Êxodo 3.6, em que Deus fala a Moisés de uma sarça ardente (arbusto que se queimava miraculosamente sem consumir-se), nos seguintes termos: “Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó” (Mt 22.32). Pelo uso do tempo presente, que fica implícito na oração sem verbo do texto hebraico, o Senhor extrai a dedução de que Deus não se descreveria a si próprio como Deus de meros cadáveres, que enfeitassem túmulos, mas apenas de personalidades permanentemente vivas, que estivessem usufruindo a comunhão com o Pai na glória. Portanto, o Antigo Testamento ensinava a ressurreição dos mortos.

5. No que concerne à historicidade de Adão e de Eva, Cristo deixou implícita a veracidade do registro de Gênesis 2.24, em que se lê a respeito de nossos primeiros pais: “Por esta causa deixará o homem pai e mãe e se unirá a sua mulher, tornando-se os dois uma só carne” (Mt 19.5). No versículo precedente, o Senhor referiu-se ao versículo 27 de Genesis 1, segundo o qual Deus criou a humanidade de modo especial, ao criar macho e fêmea – no inicio da história humana. A despeito das teorias, Adão e Eva foram personalidades verdadeiras, históricas. Encontramos confirmações semelhantes nas cartas de Paulo (que testificou ter recebido sua doutrina diretamente do Cristo ressurreto [Gl 1.12]), de modo especial em 1 Timóteo 2.13,14: “Porque primeiro foi formado [eplasthe, “moldado”, “criado”] Adão, e depois Eva. E Adão não foi enganado, mas sim a mulher, que, tendo sido enganada, tornou-se transgressora” (NVI). A questão tratada aqui nesse trecho é o contexto histórico da liderança e da responsabilidade masculina tanto no lar como na Igreja; pressupõe-se, portanto, a historicidade de Gênesis 3. A esse respeito, devemos notar que, em Romanos 5.12-21, traça-se um contraste entre a desobediência de Adão, que atirou a raça humana no estado de pecado, e a obediência de Cristo, cuja morte expiatória trouxe redenção a todos os que crêem. Está registrado no v.14 que Adão é um typos (“tipo”) daquele (Cristo) que havia de vir. Portanto, se Cristo foi uma personagem histórica, o antítipo de Adão, segue-se inevitavelmente que o próprio Adão também foi uma personagem histórica. Ninguém pode afirmar com sinceridade que dedica aceitação leal à doutrina da infalibilidade das Escrituras e ao mesmo tempo crer na possibilidade de Adão, o ancestral singular da raça humana, ser uma figura mítica, lendária. Esse trecho eminentemente doutrinário de Romanos 5 (que serve de base para a doutrina do pecado original), pressupõe que Gênesis 2 e 3 contêm história verídica, factual.
__________________
Fonte: Enciclopédia de Dificuldades Bíblicas

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

QuizGospel - O Verdadeiro Show da Palavra de Deus!

QuizGospel - O Verdadeiro Show da Palavra de Deus!

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Ordenação do Pr Márcio André, em Planaltina-GO

D E V O C I O N A L



Apocalipse 13:18 - Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis.

Falar de começo significa também falar de fim. A Bíblia, revelação do Senhor para todas as criaturas, tem um livro dos começos, chamado Gênesis. E tem um livro sobre o fim, chamado Apocalipse. Para entender esses dois momentos do projeto divino, a coisa realmente essencial é aceitar a soberania do Senhor sobre todas as coisas e pessoas. Além disso, é também essencial assumir que o Senhor é completamente fiel no cumprimento das suas promessas.

É neste contexto que, em um princípio de ano, olhamos para o final dos tempos e um dos seus símbolos, que é o 666: “Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, pois é número de homem. Seu número é seiscentos e sessenta e seis” (Apocalipse 13:18).

Todas as vezes que a Escritura se refere ao final dos tempos, ela fala de tribulações, perseguições, mas garante também a vitória do Cristo e de todos os seus seguidores fiéis. De modo que 666, a “besta da Terra”, bem como todas as formas de Anticristo, todas as forças malignas, serão um dia definitivamente aniquiladas. Ao invés de olhar para o final dos tempos com temor, por causa das provações, a Bíblia nos convida a assumir um olhar de vitória e segurança, pelo estabelecimento final do Cristo ressuscitado, nos “novos céus e na nova Terra”.





segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

EXEMPLOS DOS FIÉIS 2

Hoje em dia, mesmo entre os cristãos, é raro vermos jovens estudantes se destacarem entre os demais colegas de classe. Contrariando a fé, muitos acabam nivelando aos mundanos ou até mesmo descendo ainda mais baixo que eles.

Entretanto, ainda há os que são exemplo dos fiéis, como disse o apóstolo Paulo, 1Tm 4.12.

E na ADAV, em 2011, houve muitos destaques. Ao lado, por exemplo, o pequeno Davi (de costas)recebe das mãos da Secretária da Escola Bíblica Dominical, com o apoio da Secretária de Educação Cristã, o certificado ALUNO NOTA 10, e um presente, por ter sido EXEMPLO DOS FIÉIS em sua escola secular em 2011. Sem contar que ficou em 2º lugar em sua classe da EBD.

Foram destaque, ainda, os seguintes irmãos:

Euarda foi destaque na EBD e aluna Nota 10 em sua escola secular
Irmã Cida (saia preta), que não falotou nenhuma vez na EBD
e tirou 10 em sua prova final do trimestre
Ir. Edvane, que ganhou o prêmio da PERGUNTA PREMIADA
promovida pelo blog da ADAV
Ir. Maria Antônia, recebeu o certificado de Leiura da Bíblia
em um ano. Issoé para poucos. Tem que tá feliz mesmo!
Esther Flávia (de blusa branca com flores) foi aluna nota 10
em sua escola secular

EXEMPLOS DOS FIÉIS

Khamila Christie
Louvo a Deus pela vida de meus filhos. Eles são uma bênção na minha vida. E no dia 24/12/11, minha caçula, Khamila Christie, desceu às águas batismais, tendo sido batizada pelo Pr. Márcio André, da congregação em Planaltina,GO.

Na noite do dia 31/12 (destaque) foi etregue o certificado de batismo. Na ocasião, ela também foi homenageada pela Secretária da Escola Bíblica Dominical (irmã Maria Antônia, com o presente na mão), por ter se destacado como aluna exemplar em sua classe de adolescentes na EBD, no 4º trimestre. Parabéns!

domingo, 1 de janeiro de 2012

PASSAGEM DE ANO NA ADAV

O cristão e a política

Qual é a melhor maneira de se lidar com a política? Como um cristão deve lidar com a política e as ideologias? Neste vídeo, Jonas Madureira,...