segunda-feira, 5 de setembro de 2022

O cristão e a política


Qual é a melhor maneira de se lidar com a política? Como um cristão deve lidar com a política e as ideologias? Neste vídeo, Jonas Madureira, baseado no livro “Política segundo a Bíblia” (Edições Vida Nova), mostra a opção correta: influência expressiva. [Confira aqui]

sexta-feira, 15 de julho de 2022

A Bíblia e a prática da homossexualidade


 A palavra inglesa “homossexual” é derivada de duas palavras, a palavra grega homo, que significa “mesmo”, e a palavra latina sexus que significa “sexo”. “Homossexual”, portanto, significa atividade do mesmo sexo, homem com homem ou mulher com mulher. Na linguagem contemporânea, os homossexuais masculinos são frequentemente chamados de “gays” e as homossexuais femininas “lésbicas”. A palavra “homossexual” é de origem relativamente moderna, tendo sido cunhada pela primeira vez por volta de 1890. As traduções inglesas da Bíblia naturalmente não usam esse termo moderno. As Escrituras, entretanto, estão familiarizadas com a atividade do mesmo sexo, e em cada ocasião em que é referida a ela é condenada. O que se segue é um exame e avaliação das evidências bíblicas relevantes sobre o assunto. [continue lendo]

sábado, 9 de julho de 2022

Como reconhecer a Igreja de Cristo em meio a multidão de seitas?

1.      Grupo pentecostal/neopentecostal

1)      Campanhas de quebra de maldição.

2)      Barganha com o dízimo e ofertas.

3)      Campanhas de prosperidade (dê para receber).

4)      Ênfase no sentimentalismo.

5)      Músicas voltadas para o homem se sentir bem.

6)      Sincretismo religioso (mistura de catolicismo com espiritismo).

7)      Superstição.

8)      Shows de entrevistas com espíritos malignos.

9)      Legalismo (ênfase obtenção da salvação por esforço pessoal).

10)  Mais música de que pregação.

11)  Pregação curta e sem exegese (o pregador diz o que acha).

12)  Dança, balé e teatro no “culto”.

13)  “Profecias”, reteté, gritaria e desordem no “culto” e associado à avivamento.

14)  O homem “aceita” Jesus se quiser e, por isso, pode perder a salvação sempre que peca. O homem é soberano.

15)  Objetos “ungidos” para ser protegido do mal e receber bênçãos.

16)  Não há disciplina de membros faltosos, “pois todos pecam”.

17)  Culto “abençoado” ou “bom” é o culto que as músicas falam que eu sou importante, que Deus vai me honrar e envergonhar meus inimigos etc.

18)  Os “pastores” não têm ou não dão importância para a formação teológica, pois “o Espírito Santo revela tudo”.

19)  Crença de que todas as operações extraordinárias de Deus no AT e muitas do NT se repetirão exatamente daquela forma hoje.

20)  Fabricam “milagres” para justificar suas práticas.


2.      Grupo paraprotestante (não cristão) e católico romano

1)   Rejeitam todas as meninices pentecostais/neopentecostais.

2)   Não são cristãos justamente por seus erros serem contra as doutrinas centrais da fé cristã, como segue.

3)   Jesus é o arcanjo Miguel.

4)   A salvação é pela graça, mas precisa crê no fundador ou nos escritos do fundador ou da seita como condição para ser um “cristão” verdadeiro.

5)   Jesus é um deus menor que o Pai.

6)   O livro de seus fundadores é igual à Bíblia ou restaura a parte da Bíblia que a Igreja Católica retirou.

7)   O livro do fundador são complementos ou continuidade do Novo Testamento.

8)   A seita é a única igreja verdadeira de Cristo (remanescentes).

9)   Quem não pertencer ao seu grupo religioso não será salvo.

10)    Gostam marcar a data do volta de Cristo.

11)    Jesus ainda está expiando os pecados no céu.

12)    Seu fundador ou líder é “inspirado”, faz a intermediação entre o fiel e Deus.

13)    Jesus e mais alguém ou alguma coisa.

 

3. Grupo cristão compatível com o Novo Testamento

1)   Rejeitam todas as meninices do pentecostalismo/neopentecostalismo.

2)   Seus fundadores ou teólogos ou documentos confessionais são importantes para explicar a doutrina (Bíblia), mas não são infalíveis ou livres de erros e críticas.

3)   Suas igrejas não são apontadas como as únicas certas ou único lugar onde se encontra a salvação.

4)   Há ênfase no estudo da Bíblia e menos ênfase na música.

5)   Não é contra a emoção no culto individual (experiências pessoais), mas é contra o show de emocionalismo nos cultos.

6)   O dízimo ou ofertas são parte da vivência cristã, mas não são moedas de troca com Deus para “ser abençoado”.

7)   Seus obreiros precisam ser bem treinados na Escritura.

8)   O centro do culto é a Pregação expositiva da Bíblia, enfatizando a soberania de Deus, o dono da salvação, a qual ele dá a quem ele quer.

9)   O homem é chamado a Cristo, não à Igreja; embora, uma vez em Cristo, é impossível estar fora da congregação local.

10)    O cristão integra a igreja local não para ser salvo, mas porque é salvo.

11)    O cristão integra a igreja local não para ter seus problemas resolvidos, mas apesar dos problemas não resolvidos.

12)    O cristão integra a comunidade local porque compreendeu a obra de Cristo na cruz e o culto é a oportunidade de agradecer coletivamente pela sua eleição em Cristo.

13)    O cristão compreende que Deus pode, sim, se quiser, dar bênçãos materiais – inclusive ao ímpio –, mas essa não é uma regra, pois a regra foi dada ainda no Éden: “Do suor do teu rosto...”.

14)    O cristão compreende que a igreja local é um lugar para manifestar o amor ágape, a ajuda mútua por meio dos dons e a comunhão, não um centro espírita para revelar o futuro e fazer correntes e simpatias para se proteger dos inimigos.

Na dúvida é só ler o Novo Testamento.

Pr Francisco Pinto

Neopentecostalismo: Uma heresia dos dias atuais

A igreja de Cristo hoje passa por um dos seus piores momentos da história desde a época dos Santos Apóstolos. Uma grande quantidade de cristãos estão indo por um caminho que não é verdadeiro, ou seja, não é ortodoxo. As Igrejas estão adotando um tipo de doutrina que é contrária a Santa Palavra de Cristo. Interpretações erradas para favorecimento próprio, mentindo e deturpando a Bíblia, enganando pessoas e multidões. [continue lendo]

segunda-feira, 11 de abril de 2022

“Só Presto Contas a Deus”

 

Esse é o pensamento do evangélico típico de nossos dias.

Quando fui perguntado por alguém sobre a maior necessidade da igreja evangélica no Brasil não tive dúvidas em responder que é o exercício da disciplina bíblica. Sei que existem igrejas que disciplinam seus membros e líderes e até cometem abusos nisso. Mas creio que já se tornaram a minoria. Na minha avaliação, a grande maioria das igrejas de todas as denominações não exerce a disciplina eclesiástica sobre seus membros e líderes, ou quando o fazem, o fazem de forma equivocada, arbitrária e sem levar em consideração os ensinamentos das Escrituras sobre o assunto.

Para mim esse assunto é relevante, pois a disciplina da Igreja tem como alvo manter a sua pureza e restaurar os faltosos, e se constitui numa das marcas da verdadeira Igreja de Cristo. Onde os pecados passam impunes, os faltosos não são repreendidos, corrigidos e restaurados, onde os líderes cometem pecados públicos claros e não dão conta a ninguém de seus atos, poderá estar ali a verdadeira Igreja do Senhor, pela qual ele derramou seu sangue precioso, em busca de um povo puro e santo? [Continue lendo]

Verdades e Mitos sobre a Páscoa

 

Nesta época do ano celebra-se a Páscoa em toda a cristandade, ocasião que só perde em popularidade para o Natal. Apesar disto, há muitas concepções errôneas e equivocadas sobre a data.

A Páscoa é uma festa judaica. Seu nome, “páscoa”, vem da palavra hebraica pessach que significa “passar por cima”, uma referência ao episódio da Décima Praga narrado no Antigo Testamento quando o anjo da morte “passou por cima” das casas dos judeus no Egito e não entrou em nenhuma delas para matar os primogênitos. A razão foi que os israelitas haviam sacrificado um cordeiro, por ordem de Moisés, e espargido o sangue dele nos umbrais e soleiras das portas. Ao ver o sangue, o anjo da morte “passou” aquela casa. Naquela mesma noite os judeus saíram livres do Egito, após mais de 400 anos de escravidão. Moisés então instituiu a festa da “páscoa” como memorial do evento. Nesta festa, que tornou-se a mais importante festa anual dos judeus, sacrificava-se um cordeiro que era comido com ervas amargas e pães sem fermento. [Continue lendo]

terça-feira, 28 de dezembro de 2021

O que é cosmovisão

Cosmovisão – ou uma “visão de mundo e vida”, como algumas pessoas dizem – é a estrutura de entendimento que usamos para compreender o mundo. Nossa cosmovisão é o que pressupomos. É a maneira como olhamos a vida, é a nossa interpretação do universo, a orientação para a nossa alma. É o “quadro abrangente de nossas crenças fundamentais sobre as coisas”,
[1] ou “o conjunto de dobradiças nas quais os nossos pensamentos e ações do dia a dia giram”. Continue lendo

Música para o culto


A música de adoração está no centro da controvérsia como uma das principais questões divisoras na igreja, e assim tem sido há décadas. A igreja pós-moderna se inclinou para a cultura “pop” – e para a cultura pop jovem em particular – como uma resposta pragmática para a música. Temo que esse seja um grande erro. Precisamos seguir os princípios bíblicos para música do culto, e não o mundo, a cultura jovem ou ideias baseadas em noções equivocadas de sucesso. Continue lendo

A definição da Trindade


Uma coisa é certa. Se a fé cristã fosse apenas uma invenção humana, os cristãos jamais teriam chegado à doutrina da Trindade. Essa doutrina é complexa demais para ser entendida e complicada demais para ser explicada, de modo que não há como alguém tê-la deliberadamente inventado. Não há outra religião que tenha algo remotamente parecido com ela. Não, não é fruto da nossa imaginação, mas uma doutrina da maneira como as coisas são. Deus é trino. Conhecê-lo na sua triunidade é fundamental para a fé cristã. De fato, sem essa verdade, de modo algum essa fé é cristã. Continue lendo

O que é natal? Lucas 2.1-20

 

A palavra natal é de origem latina (natale) e quer dizer nascimento. Ela é utilizada, em nossa sociedade, quase que exclusivamente para identificar a época e a data na qual é celebrado o nascimento de Jesus Cristo. Não encontramos esse termo na Bíblia, nem indicações de que os cristãos primitivos celebravam o aniversário do nascimento de Jesus. Entretanto, quase que a totalidade do mundo cristão comemora esta data no dia 25 de dezembro. Porque essa comemoração? É lícito celebrarmos uma festa que não é explicitamente citada na Bíblia? Continue lendo

quinta-feira, 25 de novembro de 2021

Dia do Evangélico ou Dia da Bíblia?

Crédito: GospelMais.com.br
A idolatria é um dos pecados mais combatidos por toda a Bíblia. Não é à toa que os três primeiros mandamentos do Decálogo são contra a idolatria (Ex 20.1-7). Aliás, Javé é enfático. Ele chama de maldito aquele que a pratica (Dt 27.15). A prática da idolatria é uma provocação direta à ira de Deus (Rm 1.18-23). Ela corrompe mais ainda o coração humano que já é por natureza corrompido (Rm 1.24-32), além de provocar a cegueira espiritual (Sl 115.4-8) e a razão (Is 44.9-18), levando o homem à ilusão (Is 44.19,20). A idolatria é um dos meios mais eficazes de desviar o homem de Deus (1Co 10.19-22).

Por todo o Antigo Testamento vemos Deus advertindo e punindo seu povo por causa da idolatria. A última e mais severa disciplina foi o exílio babilônico por 70 anos! Segundo alguns teólogos, com essa punição o judeu se corrigiu definitivamente da idolatria. Pelo menos em termos nacionais, mas não individualmente.

E é por isso mesmo que o Novo Testamento continua a linguagem veterotestamentária de ênfase contra a idolatria. Assim, Jesus exigiu que o culto do cristão seja em espírito e em verdade (Jo 4.24) e Paulo acrescentou que o culto a Deus é sem imagens de qualquer natureza ou outro apetrecho para suposto “incentivo à fé” como fazem as igrejas neopentecostais com seus inúmeros objetos ungidos vendidos nas campanhas de “libertação” (2Co 5.7). Por isso João ordenou a fugirmos da idolatria! (1Jo 5.21), pois ela é obra da carne (Gl 5.20), é praticada por pessoas que não herdarão o reino de Deus (Gl 5.21), os quais serão lançados no eterno lago de fogo (Ap 21.8).

A idolatria é o culto a ídolo! Ocorre que o crente tende a apedrejar os católicos por achar que ídolo se resume numa imagem dos seus “santos”. Porém, a idolatria é mais profunda, mais sutil. Por isso o crente nega que não é idólatra. A título de exemplo, veja os casos do jovem rico (Mt 19.16-30) e Cornélio (At 10.1-26). Ambos eram idolatras, mas faziam boas obras, oravam, eram “tementes” e guardavam a lei (no caso do jovem rico). Mas no fim de cada história fica nítido que ambos eram idólatras. O primeiro cultuava seus bens, o segundo cultuava a personalidade.

É por essa razão que Jesus alertou contra o amor (paixão) pelos parentes. Ele aproveitou para incluir nessa exortação os parentes mais próximos de uma pessoa para deixar claro o perigo da idolatria velada (Mt 10.37). Outro perigo de idolatria velada é o amor a nós mesmos (Lc 9.23-26).

Penso que o Dia do Evangélico, principalmente pela forma como é comemorado, é um exemplo de idolatria velada (ou desvelada) que os cristãos reformados não deveriam aderir. Esse dia teve início a partir da ideia do então deputado distrital Carlos Pereira Xavier, em 1995, por meio do PL nº 474/1995, que se tornou na Lei nº 893, de 27 de julho de 1995, a qual instituiu o dia 30 de novembro como o Dia do Evangélico. A moda pegou até chegar na esfera federal. Assim, o ex-presidente e ex-presidiário Lula sancionou a Lei nº 12.328/2010 que instituiu o dia 30 de novembro como o Dia Nacional do Evangélico, embora não seja feriado. Esse ex-deputado é evangélico da Assembleia de Deus no Distrito Federal.

Não custa lembrar que ele foi condenado a 15 anos de prisão em 2016, por mantar matar um jovem da mesma igreja, segundo o Ministério Público Federal. O crime ocorreu em 2004. Como diz a Bíblia, a árvore é conhecida pelos seus frutos (Mt 7.16). Jesus termina esse texto com uma indagação bem pertinente: “... É possível alguém colher uvas de um espinheiro ou figos das ervas daninhas?” (KJA). Fica a reflexão!

Então, por que o Dia do Evangélico seria considerado um ato idolátrico? Não seria idolatria comemorar o dia do pastor, do diácono, do presbítero, o aniversário da igreja ou qualquer outra data? Dependendo da intenção pode cair, sim, na mesma vala. Mas não é o caso aqui em discussão. Não estou defendendo que seja idolatria comemorar uma data em si, como parece sugerir Paulo em Rm 14. Minha discussão está no campo da comparação ou do princípio da necessidade.

Na verdade, questiono o fato de existir uma data que já é suficientemente necessária para representar os evangélicos no Brasil, não sendo necessária outra data. É o dia da Bíblia que já vem sendo comemorado desde o século XVI, tem história, tradição e é comum a todas as igrejas. Isso encerra qualquer discussão. Aliás, esse dia no Brasil também é oficial por força da Lei nº 10.335, de 19 de dezembro de 2001. Então, quem é mais importante: o Evangelho ou o evangélico?

A prova de que o Dia do Evangélico é apenas uma questão política, uma oportunidade para dar palanque a políticos de toda espécie, como é o caso do criador dessa data, é o fato de que as igrejas e seus líderes ou não sabem da existência do Dia da Bíblia ou não dão a mesma importância. Em nossa cidade, por exemplo, não existe histórico de que os vereadores “evangélicos”, o Conselho de Pastores e as igrejas se mobilizem com tanta ênfase para comemorar o Dia da Bíblia como o fazem para comemorar o Dia do Evangélico. É provável que grande parte nem saiba da existência desse dia!

É de bom alvitre chamarmos o ilustre Charles M. Sheldon para o debate. No clássico da lavra desse autor, que todo cristão genuinamente reformado deveria conhecer, somos instigados a fazer uma introspecção sobre esse tema: Paulo, Pedro, Tiago, Timóteo, João... comemorariam um dia que os homenageassem? Pergunto isso porque os católicos já fazem esse tipo de homenagem. Eles comemoram o dia de são Pedro, de São Paulo, de santa Maria... E esses mesmos evangélicos que têm um dia para si – e o louvam com festa e verba pública – condenam os católicos por isso.

Portanto, insisto que pelo menos neste momento, a forma como a data é comemorada trata-se de idolatria, politicagem e disputas de poder. É tudo, menos uma data que seja para a glória de Deus (1Co 10.31), pois se fosse, o nome mais apropriado seria o Dia do Evangelho. E se assim o fosse, já temos o Dia da Bíblia, que é o Evangelho! O verdadeiro cristão filho da Reforma Protestante não dá ênfase em dia para sua glória pessoal! Ainda mais com dinheiro público em um Estado laico. Um genuíno filho da Reforma tem como condição sine qua non nesta terra, uma vida Coram Deo, sem arredar o pé dos princípios dos Cinco Solas, os quais terminam apoteoticamente afirmando Soli Deo Gloria!

Pr Francisco Pinto, V. D. M.


quinta-feira, 5 de agosto de 2021

Depravação Total: curso "os cinco pontos do calvinismo"

             Fonte: https://pisaduras.wordpress.com/2016/08/22/a-depravacao-total-da-mente-humana/

Nossa corrupção pecaminosa é tão profunda e tão forte que nos torna escravos do pecado e moralmente incapazes de vencer nossas próprias rebelião e cegueira. Tal inabilidade de salvarmos a nós mesmos é total. Nós somos completamente dependentes da graça de Deus para vencer a nossa rebelião, nos dar olhos para ver e, efetivamente, nos aproximar do Salvador. [continue lendo]

quarta-feira, 9 de junho de 2021

Julgar ou Não Julgar?

Afinal: crente pode ou não julgar? Para algumas pessoas, o verdadeiro cristão é alguém que não julga. Ele sabe o que é o pecado, consegue reconhecê-lo quando ele acontece, mas ele nunca chamará outra pessoa de pecadora. Na verdade, ele sempre se mostrará compreensivo com o pecador, chegando a abrir mão da disciplina eclesiástica, pois, “quem sou eu para julgar o meu irmão?” Outros adotam uma postura mais agressiva: medem a espiritualidade das pessoas por meio de suas obras, não raro chegando ao ponto de criar uma escala espiritual dos crentes, aonde uns são santos e consagrados, e outros são mundanos e depravados. Os mais exagerados chegam até mesmo ao ponto de declarar que algumas pessoas são salvas, e outras não. [continue lendo]

segunda-feira, 31 de maio de 2021

Jesus desceu ao inferno para tomar as chaves de Satanás?

Essa é uma das interpretações mais absurdas que encontramos por aí. Em primeiro lugar, nenhum resgate foi pago a Satanás. Jesus pagou o resgate a Deus! O pecado do homem foi contra Deus, e é a justiça Divina que exige tal pagamento.

Em segundo lugar, Apocalipse 1:18 realmente diz que Cristo tem a chave da morte e do Hades. O termo “Hades” nesse versículo é aplicado como uma referência ao estado de existência desencarnada. O foco está n momento em que a alma se separa do corpo, e o corpo é conduzido à sepultura. [Continue lendo...]

sexta-feira, 19 de março de 2021

É certo dizer que Cristo morreu por todas as pessoas do mundo?

Há passagens que ensinam que Cristo morreu pelo mundo (Jo 1.29; 3.16; 6.33,51; Rm 11.12,15; 2Co 5.19; 1Jo 2.2). A objeção que se baseia nestas passagens parte do pressuposto de que a palavra “mundo”, usada nelas, significa “todas as pessoas do mundo”. No entanto, a palavra “mundo”, na Escritura, tem vários significados. Uma passada de olhos em textos como João 1.10; Atos 11.28; 19.27; 24.5 é suficiente para demonstrar isso. Mesmo quando esta palavra se refere aos seres humanos, nem sempre ela inclui todas as pessoas do mundo (Jo 7.4; 12.19; 18.20). O que vemos nas passagens usadas como base para a objeção é que, nelas, a palavra “mundo” é empregada para indicar que, na nova aliança, o evangelho é pregado não apenas a Israel (povo de Deus do Antigo Testamento), mas a todas as nações. [Continue lendo...]

quarta-feira, 20 de janeiro de 2021

O Custo do Discipulado I - Jonas Madureira - Conferência Fiel 2016

O que é Discipulado? – Franklin Ferreira

sábado, 17 de outubro de 2020

Igreja evangélica Voz da Verdade é uma seita? Aula 1

Franklin Ferreira - Sola Gratia & Sola Fide: Os artigos pelos quais a Ig...

O Pastor e as Músicas Cantadas no Culto - Heber Campos Jr

O cristão e a política

Qual é a melhor maneira de se lidar com a política? Como um cristão deve lidar com a política e as ideologias? Neste vídeo, Jonas Madureira,...