segunda-feira, 5 de setembro de 2022
O cristão e a política
sexta-feira, 15 de julho de 2022
A Bíblia e a prática da homossexualidade
sábado, 9 de julho de 2022
Como reconhecer a Igreja de Cristo em meio a multidão de seitas?
1. Grupo pentecostal/neopentecostal
1) Campanhas de quebra de maldição.
2) Barganha com o dízimo e ofertas.
3) Campanhas de prosperidade (dê para
receber).
4) Ênfase no sentimentalismo.
5) Músicas voltadas para o homem se
sentir bem.
6) Sincretismo religioso (mistura de
catolicismo com espiritismo).
7) Superstição.
8) Shows de entrevistas com espíritos
malignos.
9) Legalismo (ênfase obtenção da
salvação por esforço pessoal).
10) Mais música de que pregação.
11) Pregação curta e sem exegese (o
pregador diz o que acha).
12) Dança, balé e teatro no “culto”.
13) “Profecias”, reteté, gritaria e
desordem no “culto” e associado à avivamento.
14) O homem “aceita” Jesus se quiser e,
por isso, pode perder a salvação sempre que peca. O homem é soberano.
15) Objetos “ungidos” para ser protegido
do mal e receber bênçãos.
16) Não há disciplina de membros
faltosos, “pois todos pecam”.
17) Culto “abençoado” ou “bom” é o culto
que as músicas falam que eu sou importante, que Deus vai me honrar e
envergonhar meus inimigos etc.
18) Os “pastores” não têm ou não dão
importância para a formação teológica, pois “o Espírito Santo revela tudo”.
19) Crença de que todas as operações extraordinárias
de Deus no AT e muitas do NT se repetirão exatamente daquela forma hoje.
20) Fabricam “milagres” para justificar
suas práticas.
2. Grupo paraprotestante (não cristão) e católico romano
1) Rejeitam todas as meninices
pentecostais/neopentecostais.
2) Não são cristãos justamente por seus
erros serem contra as doutrinas centrais da fé cristã, como segue.
3) Jesus é o arcanjo Miguel.
4) A salvação é pela graça, mas precisa
crê no fundador ou nos escritos do fundador ou da seita como condição para ser
um “cristão” verdadeiro.
5) Jesus é um deus menor que o Pai.
6) O livro de seus fundadores é igual à
Bíblia ou restaura a parte da Bíblia que a Igreja Católica retirou.
7) O livro do fundador são complementos
ou continuidade do Novo Testamento.
8) A seita é a única igreja verdadeira
de Cristo (remanescentes).
9) Quem não pertencer ao seu grupo
religioso não será salvo.
10) Gostam marcar a data do volta de
Cristo.
11) Jesus ainda está expiando os pecados
no céu.
12) Seu fundador ou líder é “inspirado”,
faz a intermediação entre o fiel e Deus.
13) Jesus e mais alguém ou alguma coisa.
3. Grupo cristão compatível com o Novo
Testamento
1) Rejeitam todas as meninices do
pentecostalismo/neopentecostalismo.
2) Seus fundadores ou teólogos ou
documentos confessionais são importantes para explicar a doutrina (Bíblia), mas
não são infalíveis ou livres de erros e críticas.
3) Suas igrejas não são apontadas como
as únicas certas ou único lugar onde se encontra a salvação.
4) Há ênfase no estudo da Bíblia e menos
ênfase na música.
5) Não é contra a emoção no culto
individual (experiências pessoais), mas é contra o show de emocionalismo nos cultos.
6) O dízimo ou ofertas são parte da
vivência cristã, mas não são moedas de troca com Deus para “ser abençoado”.
7) Seus obreiros precisam ser bem
treinados na Escritura.
8) O centro do culto é a Pregação
expositiva da Bíblia, enfatizando a soberania de Deus, o dono da salvação, a
qual ele dá a quem ele quer.
9) O homem é chamado a Cristo, não à
Igreja; embora, uma vez em Cristo, é impossível estar fora da congregação
local.
10) O cristão integra a igreja local não
para ser salvo, mas porque é salvo.
11) O cristão integra a igreja local não
para ter seus problemas resolvidos, mas apesar dos problemas não resolvidos.
12) O cristão integra a comunidade local
porque compreendeu a obra de Cristo na cruz e o culto é a oportunidade de
agradecer coletivamente pela sua eleição em Cristo.
13) O cristão compreende que Deus pode,
sim, se quiser, dar bênçãos materiais – inclusive ao ímpio –, mas essa não é
uma regra, pois a regra foi dada ainda no Éden: “Do suor do teu rosto...”.
14) O cristão compreende que a igreja local é um lugar para manifestar o amor ágape, a ajuda mútua por meio dos dons e a comunhão, não um centro espírita para revelar o futuro e fazer correntes e simpatias para se proteger dos inimigos.
Na dúvida é só ler o Novo Testamento.
Pr Francisco Pinto
Neopentecostalismo: Uma heresia dos dias atuais
A igreja de Cristo hoje passa por um dos seus piores momentos da história desde a época dos Santos Apóstolos. Uma grande quantidade de cristãos estão indo por um caminho que não é verdadeiro, ou seja, não é ortodoxo. As Igrejas estão adotando um tipo de doutrina que é contrária a Santa Palavra de Cristo. Interpretações erradas para favorecimento próprio, mentindo e deturpando a Bíblia, enganando pessoas e multidões. [continue lendo]
segunda-feira, 11 de abril de 2022
“Só Presto Contas a Deus”
Esse é o pensamento do evangélico típico de nossos dias.
Quando fui perguntado por alguém sobre a maior necessidade da igreja evangélica no Brasil não tive dúvidas em responder que é o exercício da disciplina bíblica. Sei que existem igrejas que disciplinam seus membros e líderes e até cometem abusos nisso. Mas creio que já se tornaram a minoria. Na minha avaliação, a grande maioria das igrejas de todas as denominações não exerce a disciplina eclesiástica sobre seus membros e líderes, ou quando o fazem, o fazem de forma equivocada, arbitrária e sem levar em consideração os ensinamentos das Escrituras sobre o assunto.
Para mim esse assunto é relevante, pois a disciplina da Igreja tem como alvo manter a sua pureza e restaurar os faltosos, e se constitui numa das marcas da verdadeira Igreja de Cristo. Onde os pecados passam impunes, os faltosos não são repreendidos, corrigidos e restaurados, onde os líderes cometem pecados públicos claros e não dão conta a ninguém de seus atos, poderá estar ali a verdadeira Igreja do Senhor, pela qual ele derramou seu sangue precioso, em busca de um povo puro e santo? [Continue lendo]
Verdades e Mitos sobre a Páscoa
Nesta época do ano celebra-se a Páscoa em toda a cristandade, ocasião que só perde em popularidade para o Natal. Apesar disto, há muitas concepções errôneas e equivocadas sobre a data.
A Páscoa é uma festa judaica. Seu nome, “páscoa”, vem da palavra hebraica pessach que significa “passar por cima”, uma referência ao episódio da Décima Praga narrado no Antigo Testamento quando o anjo da morte “passou por cima” das casas dos judeus no Egito e não entrou em nenhuma delas para matar os primogênitos. A razão foi que os israelitas haviam sacrificado um cordeiro, por ordem de Moisés, e espargido o sangue dele nos umbrais e soleiras das portas. Ao ver o sangue, o anjo da morte “passou” aquela casa. Naquela mesma noite os judeus saíram livres do Egito, após mais de 400 anos de escravidão. Moisés então instituiu a festa da “páscoa” como memorial do evento. Nesta festa, que tornou-se a mais importante festa anual dos judeus, sacrificava-se um cordeiro que era comido com ervas amargas e pães sem fermento. [Continue lendo]
terça-feira, 28 de dezembro de 2021
O que é cosmovisão
Música para o culto
A música de adoração está no centro da controvérsia como uma das principais questões divisoras na igreja, e assim tem sido há décadas. A igreja pós-moderna se inclinou para a cultura “pop” – e para a cultura pop jovem em particular – como uma resposta pragmática para a música. Temo que esse seja um grande erro. Precisamos seguir os princípios bíblicos para música do culto, e não o mundo, a cultura jovem ou ideias baseadas em noções equivocadas de sucesso. Continue lendo
A definição da Trindade
Uma coisa é certa. Se a fé cristã fosse apenas uma invenção humana, os cristãos jamais teriam chegado à doutrina da Trindade. Essa doutrina é complexa demais para ser entendida e complicada demais para ser explicada, de modo que não há como alguém tê-la deliberadamente inventado. Não há outra religião que tenha algo remotamente parecido com ela. Não, não é fruto da nossa imaginação, mas uma doutrina da maneira como as coisas são. Deus é trino. Conhecê-lo na sua triunidade é fundamental para a fé cristã. De fato, sem essa verdade, de modo algum essa fé é cristã. Continue lendo
O que é natal? Lucas 2.1-20
A palavra natal é de origem latina (natale) e quer dizer nascimento. Ela é utilizada, em nossa sociedade, quase que exclusivamente para identificar a época e a data na qual é celebrado o nascimento de Jesus Cristo. Não encontramos esse termo na Bíblia, nem indicações de que os cristãos primitivos celebravam o aniversário do nascimento de Jesus. Entretanto, quase que a totalidade do mundo cristão comemora esta data no dia 25 de dezembro. Porque essa comemoração? É lícito celebrarmos uma festa que não é explicitamente citada na Bíblia? Continue lendo
quinta-feira, 25 de novembro de 2021
Dia do Evangélico ou Dia da Bíblia?
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| Crédito: GospelMais.com.br |
Por todo o Antigo
Testamento vemos Deus advertindo e punindo seu povo por causa da idolatria. A
última e mais severa disciplina foi o exílio babilônico por 70 anos! Segundo
alguns teólogos, com essa punição o judeu se corrigiu definitivamente da
idolatria. Pelo menos em termos nacionais, mas não individualmente.
E é por isso mesmo que o
Novo Testamento continua a linguagem veterotestamentária de ênfase contra a
idolatria. Assim, Jesus exigiu que o culto do cristão seja em espírito e em
verdade (Jo 4.24) e Paulo acrescentou que o culto a Deus é sem imagens de
qualquer natureza ou outro apetrecho para suposto “incentivo à fé” como fazem
as igrejas neopentecostais com seus inúmeros objetos ungidos vendidos nas
campanhas de “libertação” (2Co 5.7). Por isso João ordenou a fugirmos da
idolatria! (1Jo 5.21), pois ela é obra da carne (Gl 5.20), é praticada por
pessoas que não herdarão o reino de Deus (Gl 5.21), os quais serão lançados no
eterno lago de fogo (Ap 21.8).
A idolatria é o culto a
ídolo! Ocorre que o crente tende a apedrejar os católicos por achar que ídolo
se resume numa imagem dos seus “santos”. Porém, a idolatria é mais profunda,
mais sutil. Por isso o crente nega que não é idólatra. A título de exemplo,
veja os casos do jovem rico (Mt 19.16-30) e Cornélio (At 10.1-26). Ambos eram
idolatras, mas faziam boas obras, oravam, eram “tementes” e guardavam a lei (no
caso do jovem rico). Mas no fim de cada história fica nítido que ambos eram
idólatras. O primeiro cultuava seus bens, o segundo cultuava a personalidade.
É por essa razão que
Jesus alertou contra o amor (paixão) pelos parentes. Ele aproveitou para incluir
nessa exortação os parentes mais próximos de uma pessoa para deixar claro o
perigo da idolatria velada (Mt 10.37). Outro perigo de idolatria velada é o amor
a nós mesmos (Lc 9.23-26).
Penso que o Dia do Evangélico, principalmente pela
forma como é comemorado, é um exemplo de idolatria velada (ou desvelada) que os
cristãos reformados não deveriam aderir. Esse dia teve início a partir da ideia
do então deputado distrital Carlos Pereira Xavier, em 1995, por meio do PL nº
474/1995, que se tornou na Lei nº 893, de 27 de julho de 1995, a qual instituiu
o dia 30 de novembro como o Dia do
Evangélico. A moda pegou até chegar na esfera federal. Assim, o
ex-presidente e ex-presidiário Lula sancionou a Lei nº 12.328/2010 que
instituiu o dia 30 de novembro como o Dia
Nacional do Evangélico, embora não seja feriado. Esse ex-deputado é evangélico
da Assembleia de Deus no Distrito Federal.
Não custa lembrar que ele
foi condenado a 15 anos de prisão em 2016, por mantar matar um jovem da mesma
igreja, segundo o Ministério Público Federal. O crime ocorreu em 2004. Como diz
a Bíblia, a árvore é conhecida pelos seus frutos (Mt 7.16). Jesus termina esse
texto com uma indagação bem pertinente: “...
É possível alguém colher uvas de um espinheiro ou figos das ervas daninhas?”
(KJA). Fica a reflexão!
Então, por que o Dia do
Evangélico seria considerado um ato idolátrico? Não seria idolatria comemorar o
dia do pastor, do diácono, do presbítero, o aniversário da igreja ou qualquer
outra data? Dependendo da intenção pode cair, sim, na mesma vala. Mas não é o
caso aqui em discussão. Não estou defendendo que seja idolatria comemorar uma
data em si, como parece sugerir Paulo em Rm 14. Minha discussão está no campo
da comparação ou do princípio da necessidade.
Na verdade, questiono o
fato de existir uma data que já é suficientemente necessária para representar
os evangélicos no Brasil, não sendo necessária outra data. É o dia da Bíblia
que já vem sendo comemorado desde o século XVI, tem história, tradição e é
comum a todas as igrejas. Isso encerra qualquer discussão. Aliás, esse dia no
Brasil também é oficial por força da Lei nº 10.335, de 19 de dezembro de 2001.
Então, quem é mais importante: o Evangelho ou o evangélico?
A prova de que o Dia do
Evangélico é apenas uma questão política, uma oportunidade para dar palanque a
políticos de toda espécie, como é o caso do criador dessa data, é o fato de que
as igrejas e seus líderes ou não sabem da existência do Dia da Bíblia ou não dão
a mesma importância. Em nossa cidade, por exemplo, não existe histórico de que
os vereadores “evangélicos”, o Conselho de Pastores e as igrejas se mobilizem
com tanta ênfase para comemorar o Dia da Bíblia como o fazem para comemorar o
Dia do Evangélico. É provável que grande parte nem saiba da existência desse dia!
É de bom alvitre
chamarmos o ilustre Charles M. Sheldon para o debate. No clássico da lavra
desse autor, que todo cristão genuinamente reformado deveria conhecer, somos
instigados a fazer uma introspecção sobre esse tema: Paulo, Pedro, Tiago, Timóteo,
João... comemorariam um dia que os homenageassem? Pergunto isso porque os católicos
já fazem esse tipo de homenagem. Eles comemoram o dia de são Pedro, de São
Paulo, de santa Maria... E esses mesmos evangélicos que têm um dia para si – e o
louvam com festa e verba pública – condenam os católicos por isso.
Portanto, insisto que pelo menos neste momento, a forma como a data é comemorada trata-se de idolatria, politicagem e disputas de poder. É tudo, menos uma data que seja para a glória de Deus (1Co 10.31), pois se fosse, o nome mais apropriado seria o Dia do Evangelho. E se assim o fosse, já temos o Dia da Bíblia, que é o Evangelho! O verdadeiro cristão filho da Reforma Protestante não dá ênfase em dia para sua glória pessoal! Ainda mais com dinheiro público em um Estado laico. Um genuíno filho da Reforma tem como condição sine qua non nesta terra, uma vida Coram Deo, sem arredar o pé dos princípios dos Cinco Solas, os quais terminam apoteoticamente afirmando Soli Deo Gloria!
Pr Francisco Pinto, V. D. M.
quinta-feira, 5 de agosto de 2021
Depravação Total: curso "os cinco pontos do calvinismo"
Fonte: https://pisaduras.wordpress.com/2016/08/22/a-depravacao-total-da-mente-humana/
quarta-feira, 9 de junho de 2021
Julgar ou Não Julgar?
segunda-feira, 31 de maio de 2021
Jesus desceu ao inferno para tomar as chaves de Satanás?
sexta-feira, 19 de março de 2021
É certo dizer que Cristo morreu por todas as pessoas do mundo?
Há passagens que ensinam que Cristo morreu pelo mundo (Jo 1.29; 3.16; 6.33,51; Rm 11.12,15; 2Co 5.19; 1Jo 2.2). A objeção que se baseia nestas passagens parte do pressuposto de que a palavra “mundo”, usada nelas, significa “todas as pessoas do mundo”. No entanto, a palavra “mundo”, na Escritura, tem vários significados. Uma passada de olhos em textos como João 1.10; Atos 11.28; 19.27; 24.5 é suficiente para demonstrar isso. Mesmo quando esta palavra se refere aos seres humanos, nem sempre ela inclui todas as pessoas do mundo (Jo 7.4; 12.19; 18.20). O que vemos nas passagens usadas como base para a objeção é que, nelas, a palavra “mundo” é empregada para indicar que, na nova aliança, o evangelho é pregado não apenas a Israel (povo de Deus do Antigo Testamento), mas a todas as nações. [Continue lendo...]
quarta-feira, 20 de janeiro de 2021
O Custo do Discipulado I - Jonas Madureira - Conferência Fiel 2016
O que é Discipulado? – Franklin Ferreira
sábado, 17 de outubro de 2020
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O cristão e a política
Qual é a melhor maneira de se lidar com a política? Como um cristão deve lidar com a política e as ideologias? Neste vídeo, Jonas Madureira,...
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